quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Espaço cultural recebe feira de discos em Ponta Grossa



Será inaugurado no próximo sábado (21) em Ponta Grossa, o Garimpo 1926 (foto). O novo espaço cultural da cidade reúne uma loja com discos, livros, antiguidades, editora, decoração, bar, entre outros. A inauguração será com a primeira feira de discos de Ponta Grossa, organizada pela Feira de Discos da Boca Maldita, de Curitiba, com expositores do Paraná, São Paulo e Santa Catarina. Entre eles o Projeto Zombilly, do Clube do Vinil de Maringá, que está com acervo bem renovado com discos novos que chegaram essa semana. O evento será entre 10h e 18h com entrada gratuita, na rua XV de Setembro, nº 931, no bairro Uvaranas.
Foto: Divulgação

terça-feira, 10 de outubro de 2017

MBV relança discos fora de catálogo


Os dois primeiros discos do My Bloody Valentine, “Isn’t Anything” e “Loveless” (imagens à direita), serão relançados em vinil em janeiro de 2018. Será em edição especial de 180 gramas, capa gatefold e em prensagem diretamente das gravações originais da época, 1988 e 1991 respectivamente.
Os dois discos estão fora de catálogo e, ocasionalmente, aparecem versões piratas. O “Isn’t Anything” foi lançado no Brasil pela Stiletto.

Curiosamente, depois da banda ter ficado sem gravar por 22 anos ao lançar “mbv” em 2013, há rumores que Kevin Shields (imagem à esquerda) está compondo um novo disco que dever lançado no segundo semestre de 2018. 
Com informações traduzidas do Mybloodyvalentine.org

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Curitiba ganha nova feira interestadual de discos


A ausência da feira de discos do Canal da Música na agenda de Curitiba abriu espaço para novos eventos focados nos colecionadores de vinil. A mais nova estreará no próximo sábado (7). A Feira Nacional Curitiba Vinil reunirá 30 expositores do Paraná, São Paulo e Santa Catarina oferecendo um amplo acervo num novo espaço cultural. A Travessa é um centro comercial e de serviços (arte acima) que tem duas entradas: uma pela rua 13 de Maio, 439, e outra pelo São Francisco, 232, no terreo do predio Green Center, no Centro Histórico, ao lado do Jokers Pub. O espaço é apontado pela organização da feira como bem localizado, com acessibilidade e conforto. A corrida de táxi da rodoviária varia entre R$ 10 e R$ 15.

A expectativa dos organizadores é positiva. "O público de Curitiba é bem exigente em relação ao material que deseja", avalia o organizador do Curitiba Vinil, Ronald Bandeide (foto abaixo). "Esse público não poupa esforços para conseguir o quer e também é bem curioso em relação aos novos materiais de bandas".
Mas o fato de ter mais feiras de discos focando no mesmo público e até repetindo alguns dos expositores não cria rivalidade e não atrapalha os outros eventos. O movimento tem sido grande em todas as feiras de discos recentes com os colecionadores com "apetite" por garimpar e gastar bastante. O que transformou Curitiba rapidamente no principal centro de compras de discos de vinil no Brasil com um acervo bem variado - entre raridades usadas até lançamentos lacrados - e preços bem justos. Até melhor que as feiras de São Paulo, que costumam reunir um grande número de estandes.
Além dos expositores com discos usados e importados, a nova feira curitibana terá também um estande com materiais de bandas underground. E terá ainda discotecagem com o DJ Gilber Pontes, bazar com camisetas, decoração, acessórios e bottons.

A intenção é manter uma periodicidade que será definida em breve para atender a demanda do público e interesse dos expositores. "Queremos suprir a lacuna da feira do Canal da Música, fazendo uma feira melhor a cada edição", comenta Ronald Bandeide sobre a feira que acabou não acontecendo mais e ampliou para outras atividades paralelas desagradando os fãs de vinil. Ele conta que vai suprir a demanda com seu grupo Curitiba Vinil que já participa de outros eventos em Curitiba.
Foto: Andye Iore  /  Arte: ASC A Travessa

Quero começar minha coleção de vinil


Você curte música e começa a prestar atenção no falatório sobre discos de vinil. Depois de ver seus amigos com status de “bacanas” porque postam em suas páginas os discos que acabaram de comprar, então decide começar a própria coleção. O que fazer?
O principal no começo é ter uma boa vitrola. Não se deixe influenciar pelo design dos toca-discos novos vendidos em livrarias e lojas de departamento. Hoje é muito fácil você achar uma vitrola antiga em eletrônicas (foto abaixo), sebos, lojas de antiguidades e até mesmo com particulares na internet. Vale muito mais fazer uma manutenção num aparelho antigo que comprar um novo. Não há comparação na qualidade do áudio e, certamente, você gastará bem menos no futuro para consertar supostos defeitos conforme vai usando.

Não se preocupe em ter aparelho sofisticado. A diferença na qualidade é mínima. Curta a música pela música e não porque você tem um aparelho melhor ou pior que seu amigo. Assim também vale para as diferentes edições de um disco. Ser 140 ou 180 gramas, edição europeia ou brasileira, também não faz muita diferença. Quem liga para isso deve ter alguma frustração em sua coleção [risos]... gaste mais grana comprando mais discos e não em aparelhos sofisticados. 

Depois de escolher seu aparelho, vem os primeiros discos. Comece pelos artistas que você mais gosta. É bem comum no começo da coleção a pessoa ser facilmente atraída pelas promoções e comprar discos baratos. Não caia nessa. Um colecionador compra pela importância de um título, é determinado a ter discos de sua banda favorita. E não a ter discos baratos que, geralmente, são escutados nos primeiros dias e depois ficam encostados e esquecidos. Um disco de uma banda que você curte será rodado sempre.
Uma opção para renovar a coleção também é trocar os discos que você não escuta mais. Troque com um amigo ou vá nas feiras de discos onde os expositores, geralmente, trocam no sistema 2x1, considerando o estado de conservação e procura que tem seu disco.


E conforme vai aumentando seus discos, guarde sempre sua coleção na vertical. Nunca deixe seus discos empilhados, um em cima do outro. Com o passar do tempo e variação da temperatura no calor, os discos podem empenar.

PREÇO - Como saber se um disco é caro ou raro? Aí vale um pouco de pesquisa, perguntar ao amigo que já coleciona ou ir em alguma feira de discos. Por exemplo, por que os discos do Nirvana são sempre caros e outras bandas que também são tão populares tem discos baratos?
Uma das justificativas é que os discos do Nirvana foram lançados no Brasil entre o começo e metade da década de 1990, quando o mercado fonográfico já fazia a transição do “vinil para o CD”. E os vinis vendiam pouco com o público se interessando mais pelo CD. Por isso a tiragem dos discos de vinil era pequena. E hoje há poucas copias disponíveis no mercado, fazendo com que sempre tenham preços acima da media.
Outro exemplo pode ser dado nos discos do Legião Urbana. Os cinco primeiros são facilmente encontrados e sempre baratos porque tiveram grandes tiragens na época. Já a partir do “O Descobrimento do Brasil” lançado em 1993 fica mais difícil e mais caro.

ARTE – Outro aspecto bem bacana de se colecionar discos de vinil está na arte das capas. O CD decepcionou muito os colecionadores porque o formato pequeno tirava o charme das capas. E muitos discos não tinham a arte e formato original dos vinis. As gravadoras e artistas sempre lançavam capas com formatos diferentes no vinil.
Como a do “Physical Graffiti” (1975), do Led Zeppelin, com as janelas recortadas na capa. A do “Sticky fingers” (1971), do Rolling Stones, que vinha com um zíper de verdade na capa. Ou a polêmica “Diamond dogs” (1974), de David Bowie, numa capa gatefold (dupla) que na dobra principal tem o cantor deitado e ao abrir a capa aparece na segunda dobra o corpo de Bowie sendo o de um cachorro da cintura para baixo. Uma das mais citadas em melhor design é a do “Velvet Undeground & Nico” (1967"), feita por Andy Wharol, com um adesivo de uma banana. Ao se puxar o adesivo, aparecia na parte debaixo a banana, como se estivesse descascando a fruta.

Texto e fotos: Andye Iore 

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Box de Johnny Cash é relançado em vinil


A edição especial "Unearthed" , de Johnny Cash, será relançada em vinil no dia 3 de novembro. O box foi lançado originalmente em CD em 2003, celebrando a parceria entre Cash e o produtor Rick Rubin, na serie "American recordings".
A reedição tem 79 músicas - entre elas muitas raridades pela primeira vez em vinil - em nove discos em vinil 180 gramas. E é apresentada numa edição luxuosa em box com um livro com 60 páginas com textos e fotos, incluindo as últimas imagens de Cash.

O box em vinil é dividido em cinco temas, incluindo solos acústicos, duetos, gospel, set elétrico e uma coletânea dos quatro discos da serie "American recordings". 
Com imagem e informações traduzidas da UDiscoverMusic

sábado, 30 de setembro de 2017

Nova fábrica aposta na tecnologia e sustentabilidade do vinil


A Kindercore Vinyl é uma sociedade entre cinco amigos (foto) em Athens, na Georgia, nos Estados Unidos, que foca na qualidade e sustentabilidade ecológica na produção de discos de vinil.
Todos já tem experiência no mercado fonográfico americano, seja já tendo loja, outro um selo independente, empresário ou engenheiro de som. O que garante um atendimento personalizado para os artistas.
A origem de abrir a fábrica foi a constatação que a crescente demanda para lançar mais discos no mercado fez com que a qualidade fosse deixada de lado. Para isso, eles fizeram parceria com a empresa canadense Viryl Technologies que produz as prensas Warm Tone, com tecnologia de ponta e recursos que não existiam nas fábricas do passado.

Outro detalhe importante pensado na Kindercore Vinyl é o uso de material ecológico, fabricando discos sem produtos derivados do petróleo. 
Com foto e informações traduzidas do Kindercore.com

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

CVM celebra 3 anos no Mercadão com exposição esportiva


O Clube do Vinil de Maringá (CVM) completa três anos em outubro. Para celebrar a data será realizada no dia 8 de outubro (domingo), a 25ª Feira do CVM, no Mercadão Municipal (foto), entre 9h e 15h30,com entrada gratuita e discotecagem do DJ Edson Laars.
Dessa vez estaremos junto com a exposição “40 anos do Grêmio campeão”, do jornalista Ângelo Rigon, sobre história do time Grêmio Maringá. O Mercadão está com melhorias em seu espaço, incluindo novas operações de restaurantes e bares.
Os expositores preparam promoções de discos para os visitantes da feira, com títulos a partir de R$ 5. O acervo tem também muitos discos novos de gravadoras brasileiras e gringas, num diferencial em relação a outros eventos. 

A agenda do aniversário em outubro está cheia:
- 7 de outubro – Feira Nacional de Discos, em Curitiba
- 8 de outubro – 25ª Feira do Clube do Vinil de Maringá, no Mercadão
- 21 de outubro – Feira de Discos em Ponta Grossa
- 27 de outubro – Bazar Cultural + show na Cervejaria Araucária, em Maringá


APOIO: rádio Mundo Livre FM, jornal Metro, Blog do Rigon, Londrinil e Mercadão Municipal de Maringá. 



segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Twin Peaks ganha dois discos com trilhas sonoras


Aproveitando a onda em cima da nova temporada de Twin Peaks na internet a gravadora Rhino lançou dos discos com trilhas do seriado. Ambos são duplos, mas um com discos vermelhos e outro com verdes, sendo um com músicas originais compostas exclusivamente para a serie e o outro com canções interpretadas por artistas diversos como Angelo Badalamenti, Chromatics, Nine Inch Nails, Booker T. & The MG's, Julee Cruise, o próprio David Lynch, entre outros.  Os albuns tem edição caprichada, incluindo capa gatefold. 
Com foto e informações traduzidas da Rhino Rec. 

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Selo lança raridades da MPB prensando na Argentina


Discobertas é um nome com uma sacada bacana do produtor Marcelo Froes, relacionando o disco com suas pesquisas no mercado fonográfico. Ele tem grande experiência nesse segmento e depois de tentar encaixar seu projeto no circuito comercial, decidiu encarar o empreendedorismo de lançar seu próprio selo em 2002. A ideia foi amadurecendo e em 2007 o Discobertas conseguiu distribuição dos CDs pela Coqueiro Verde. Entre 2009 e 2013 eles trabalharam com a Microservice e agora estão na Novodisc, já lançando em vinis produzidos na Argentina.
O catálogo de vinil tem os discos Zá Ramalho – “Atlântida”, Alceu Valença – “Raridades Anos 70”, Alberto Rosenblit & Mario Adnet e a coletânea “Direitos Humanos no Banquete dos Mendigos Vol.1” (imagens acima). E entre os próximos lançamentos estão Jards Macalé, Maria Alcina, Cida Moreira, Claudette Soares, entre outros.

Já o catálogo em CD é maior e tem muito material raro, até então inédito de época e fora do circuito comercial. Froes faz pesquisas em acervos de selos e gravadoras falidas ou desativadas encontrando material esquecido que estava há anos encaixotado e que não tinha expectativa de ser lançando.
E alguns até acabam ganhando edições caprichadas em box (imagem abaixo).  O foco é em colecionadores e não para vender milhares de unidades. Um paralelo curioso com o que aconteceu com o mercado de historias em quadrinhos no Brasil, onde as editoras passaram a lançar edições especiais caprichadas em pequena quantidade.
Entre os artistas já lançados em CD estão Noel Rosa, Zimbo Trio, Ed Lincoln, Marcos Valle, Wanderleia, Moreira da Silva, Cauby Peixoto, Toquinho, Taiquara, Elza Soares, Beth Carvalho, Gilberto Gil, entre outros. O Projeto Zombilly entrevistou Marcelo Froes que comentou sobre o seu trabalho e o mercado fonográfico.

ENTREVISTA
ZOMBILLY - Como foi a iniciativa em lançar vinil também depois de trabalhar só com CD ?
MARCELO FROES
- Foi natural. A Novodisc vinha estudando entrar no negócio e desde o começo manifestei meu entusiasmo e apoio.

Você acompanha a demanda do mercado fonográfico do vinil no Brasil?
Acompanho sim e pretendo acompanhar mais.

Como funciona a negociação dos direitos pra você fazer a reedição de um disco que você pesquisou?
Exatamente, tudo muito burocrático e lento. Mas, sem fazer muita conta porque senão alguns produtos nunca nasceriam. Uns pagam os outros e a satisfação não tem preço.

Onde são feitos os discos da Discobertas e qual a media de tiragem?
São prensados em 180 gramas na Argentina, onde existem mais fábricas que no Brasil. Visitei as fábricas em fevereiro e optamos pela mais moderna, que dispõe das mesmas prensas alemãs Newbilt Machinery que o Jack White comprou pra sua fábrica.

Em suas pesquisas você encontrou referências sobre equipamentos, prensas das gravadoras? Você acha que é possível acontecer no Brasil o que acontece no exterior com prensas antigas sendo reativadas como a Vinil Brasil fez ou isso é difícil? 
As prensas brasileiras já eram velhas quando foram sucateadas há 25/30 anos. É muito árduo o trabalho de reanimar essas máquinas. Mas, fomos por outro caminho.

Qual o seu interesse em vinil? O que você tem em sua coleção, o que ouve pessoalmente e para o seu trabalho ? 
Eu tenho milhares de LPs. Amo compactos e compro até hoje. Acho que o vinil, o CD e o digital podiam conviver pacificamente no Brasil, da mesma forma que é lá fora. Aqui parece haver uma cruzada dos vinilmaníacos para exterminar o CD. O que é uma grande bobagem.

* O Projeto Zombilly tem os discos de vinil da Discobertas no acervo das feiras de discos que participamos. 

Texto: Andye Iore / Imagens: Arquivo pessoal

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Convenção de Tattoo tem gringos e feira de discos


Será realizada em Londrina (a aproximadamente 90km de Maringá) no próximo final de semana a I Expo Tattoo Londrina. O evento reúne entre 10h e 22h, entre os dias 8 e 10 de setembro, tatuadores brasileiros e estrangeiros e diversos eventos paralelos, incluindo shows e feira de discos de vinil, no Iate Clube de Londrina (na avenida Higienópolis, 2135).

A Expo Tattoo é organizada pelo casal Fernando (foto acima) e Laryssa Nicolini e deve reunir um grande público que vai conferir o trabalho profissional de 200 tatuadores e também atividades artísticas e culturais em 70 estandes. Entre eles feira de discos de vinil Londrinil, concurso de tatuagens em 19 categorias, concurso de Miss Tattoo, show com a banda curitibana MotorBastards, workshops, barbearia, bazar e praça de alimentação.
Para os fãs de tatuagens é uma oportunidade única de fazer uma tattoo com um profissional de destaque no mercado, conhecendo técnicas e estilos diferentes. "É importante para a população conhecer e diferenciar o trabalho de um iniciante, amador, de um profissional que investe em equipamento, em estudos para estar atualizado e ter um trabalho de qualidade", diz Laryssa Nicolini.

ORIGEM - A ideia da convenção em Londrina começou no final da década de 2000  quando o destaque do setor eram os reality shows na TV a cabo, tipo "Miami Ink".
O tatuador Fernando Nicolini lembra que foi amadurecendo o projeto no decorrer dos anos, conforme trocava experiências com amigos tatuadores.
Até viabilizar esse ano, colocando Londrina no calendário internacional das convenções do segmento. "Já era hora de Londrina ter a sua. Estamos fazendo esse evento independente, na raça, quase sem patrocínio. Só contando com o apoio dos artistas participantes e o publico", comenta Fernando Nicolini.

CULTURA - Na parte de discos os expositores dos grupos Londrinil e Clube do Vinil de Maringá prepararem um acervo com discos de rock, indo desde raridades usadas com discos de época até lançamentos gringos, indo do heavy metal até alternativo, passando por blues, punk, rockabilly, surf music, entre outros.
Os expositores aceitam pagamento com cartão e também compram e trocam discos usados em bom estado. 

O ingresso para o evento custa R$ 15 ao dia e o passaporte com acesso aos três dias custa R$ 35. Confira mais informações no site da Expo Tattoo Londrina  ou pelo telefone (43) 3337-0514.
Texto: Andye Iore / Foto: Arquivo pessoal

sábado, 2 de setembro de 2017

Documentário mostra o design nas capas de discos


O canal Arte 1 e a Aiuê Produtora fizeram em 2015 a serie “Design Gráfico Brasileiro”, que faz um panorama geral dos diferentes aspectos do setor. São oito episódios abordando os temas: pôster, editorial, indústria fonográfica (capas de disco), tipografia, espacial, marcas, motion e têxtil.
A serie é bem produzida e tem depoimentos de especialistas em cada área que apresentam seu trabalhos para ilustrar seus comentários. São mostradas as inspirações, o processo criativo, técnicas, a linha de produção, a relação mercado x consumidor, entre outras situações.
O terceiro episódio é sobre a indústria fonográfica, destacando a produção das capas dos discos de vinil de artistas da MPB e do rock brasileiro. Entre tantas curiosidades, o capítulo apresenta como os artistas e gravadoras enfrentavam a censura na época da ditadura, a montagem de capas usando colagens, a relação das capas nos diferentes formatos como vinil, CD e app de celular. O episódio também tem comentários sobre capas icônicas de discos.

O episódio tem 52 minutos de duração. A serie “Design Gráfico Brasileiro” é reprisada ocasionalmente no Arte 1, que vai ao ar na quarta-feira, às 20h30, e tem varias reprises durante a semana. O episódio sobre a Indústria Fonográfica está disponível no YouTube

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Discos solo de Bruce Dickinson são relançados em box


Os seis discos solos do vocalista do Iron Maiden, Bruce Dickinson, serão relançados em vinil num box especial, no final de outubro. "Soloworks" terá os discos que foram lançados entre 1990 e 2005, dessa vez em vinil 180 gramas. Comprando na pré-venda pelo site do roqueiro, ganha de brinde um poster. Os dois últimos discos nunca foram lançados em vinil antes. O box é vendido por 140 libras (aproximadamente R$ 535). Os discos também são vendidos separadamente.
Para fazer pedido pelo site de Bruce Dickinson .


DISCOGRAFIA
"Tattooed Millionaire" (1990)
"Balls To Picasso" (1994)
"Skunkworks" (1996)
"Accident Of Birth" (1997)
"The Chemical Wedding" (1998)
"Tyranny Of Souls" (2005)

Com informações e imagem do site de Bruce Dickinson.

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Museu Histórico recebe evento cultural gratuito


Será realizado no próximo sábado (12) a Feira de Discos Londrinil, no Museu Histórico de Londrina (rua Benjamin Constant, 900, centro), entre 11h e 18h, com entrada gratuita.
O evento terá feira de discos de vinil, shows com as bandas Wood Surfers (surf music, de Londrina) e Fossa (punk rock, de Maringá). E ainda bazar cultural com vitrolas, acessórios, camisetas, bottons,
  artesanato.

O Museu Histórico de Londrina é um importante espaço cultural não só de Londrina, como de toda a região.
O Museu foi inaugurado em setembro de 1970 e desde 1986 usa como sede a antiga Estação Ferroviária de Londrina, no centro da cidade.


O grupo Londrinil reuniu artistas e colecionadores de Londrina, Maringá e região para fazer esse evento gratuito e contou com apoio da direção do Museu que cedeu o espaço para um evento cultural gratuito.

Nos responsabilizamos pela manutenção do local no dia do evento e contamos com a colaboração dos expositores, artistas e público na limpeza e para jogar o lixo nas lixeiras.
Não é permitida a venda e consumo de bebida alcoolica no local. Pedimos a compreensão de todos.

O Londrinil já participou de feiras de discos no Kinoarte, no Celso Tattoo, no SESC Cadeião Cultural e no Mi Casa Barbearia, entre outros espaços londrinenses, variando os dias e horários para que públicos diferentes possam visitar o evento.
Além de feiras em Curitiba, São Paulo, Presidente Prudente e cidades da região.
 


EXPOSITORES:
-Malucas Discos (Londrina)
-Alexandre Heringer (Londrina)
-José Lourenço (Londrina)
-Sebo Raul (Londrina)
-A Toca Antiguidades (Londrina)
-Zombilly (Maringá)
-Omisso Records (Maringá)
-DiBowie (Maringá)
-Ruffians Records (Marialva)


Mais outros do bazar cultural com acessórios, camisetas, bottons, artesanato, entre outros. 

* Confira a página do Londrinil no Facebook . 

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Curitiba recebe colecionadores de vinil em feira na Boca Maldita


Os principais vendedores e colecionadores de discos de vinil do Paraná, São Paulo e Santa Catarina se reunirão no próximo sábado (5) na Feira de Discos da Boca Maldita, em Curitiba. É a segunda edição do evento que surgiu para ser uma feira de discos intermediária e teve sua estreia em fevereiro desse ano, reunindo um grande público (foto acima) que lotou dois salões do hotel Slaviero Slim (na avenida Luiz Xavier, 67, com calçadão da XV de Novembro). “Tentamos manter a mesma proposta: uma feira média, com bons expositores, no centro da cidade e que tenha identidade com Curitiba e sua cultura”, comentou o organizador Marcos Duarte (foto abaixo). “Vamos repetir em torno de 75% os expositores. Há uma renovação e tivemos bem mais inscritos para esta edição. Mas, o espaço continua o mesmo”.

A feira tem entrada gratuita entre 10h e 19h e apresenta também eventos paralelos como uma homenagem à banda curitibana Blindagem, que completa 35 anos de atividade.
A ideia original da feira era fazer apenas uma edição em cada semestre. Mas a demanda e o interesse do público e expositores foi tamanha na primeira edição que o projeto foi revisto. “O bom resultado da primeira e a incerteza nas datas de outras feiras nos fizeram repensar em ter pelo menos mais uma data”, explicou Duarte. Ele completa que será feita outra edição no final do ano e a data será anunciada em breve.

MERCADO – Curitiba se transformou no maior ponto de interesse dos vendedores e colecionadores nas regiões Sul e Sudeste. Há três feiras regulares e outros eventos menores frequentes somente com expositores locais. Os eventos tem sempre grande público e uma ótima oferta de discos, com variedade e bom preço. “Há um interesse bastante grande entre os jovens que traz todo um entusiasmo às lojas e eventos. Nunca considerei que isto fosse uma “modinha” e que logo passaria. Temos novos interessados, jovens e não tão jovens e apesar da crise que o país enfrenta, o vinil continua forte”, considera Duarte.
A Feira de Discos da Boca Maldita é organizada pelo Sebo Joaquim e a loja Sonic. O Clube do Vinil de Maringá (CVM) participará do evento com os expositores Projeto Zombilly e Malucas Discos.

* Confira a página da Feira de Discos da Boca Maldita no Facebook .

Texto e fotos: Andye Iore

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Devo lança box em vinil colorido


Será lançado em agosto um box com quatro discos em vinil colorido e 3 mini CDs da banda Devo. A caixa "Recombo DNA" é uma coletânea com 58 músicas, entre 1977 e 2008, sendo que a maioria não está na discografia oficial, tendo sons ao vivo, demo tapes e sobras de estúdio que haviam sido lançadas somente em CD anteriormente.
Há opções de cores diferentes dos discos para escolher. Os vinis são em 140 gramas e tem um encarte poster. A pré-venda em sites de lojas está por 53 libras, aproximadamente R$ 215. Já o site da banda anuncia uma opção especial do box mais um macacão de cientista do Devo por US$ 190 libras (aproximadamente R$ 770).

Com imagem e informações traduzidas do ClubDevo.com