quarta-feira, 19 de abril de 2017

Record Store Day chega a Curitiba


Poucas cidades brasileiras tem iniciativas relacionadas ao Record Store Day. Mas aos poucos aumenta o número de cidades, como Curitiba que terá esse ano o primeiro evento. Apesar do Brasil não fazer parte oficialmente do evento mundial, há alguns eventos que estimulam e valorizam o colecionismo e as lojas de discos. Esse ano é a décima edição do evento que acontecerá no dia 22 de abril.
São Paulo é onde há o maior destaque com uma feira nacional. Mas em Maringá (PR) há três anos o Clube do Vinil de Maringá (CVM) relaciona sua feira com o evento e apresenta um amplo acervo com discos importados e nacionais independentes. A agenda do CVM inclui feiras em Maringá, Londrina e Curitiba.
A capital paranaense tem pela primeira vez uma iniciativa assim. A Feira Vinil Vivo fez uma parceria com a loja Nova Garagem (na rua México, 808) e receberá expositores e colecionadores do Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Mato Grosso do Sul, com um amplo acervo de gêneros variados. E ainda food truck, cerveja artesanal e bazar cultural.

O folclore no colecionismo de vinil


Quem viu o filme "Alta fidelidade" (“High fidelity”, 2000), estrelado por John Cusak e dirigido por Stephen Frears, se divertiu bastante se é colecionador de discos de vinil. Quem leu o livro se divertiu mais ainda, já que há várias sequencias da publicação lançada por Nick Hornby em 1995 que não entraram no filme.
Como a que Rob Gordon vai na casa de uma senhora avaliar a coleção de discos do marido que a abandonou para viver com a amiga da filha do casal. As feiras de discos também estão cheias de histórias curiosas e personagens caricatos como os desse livro/filme.
BRASIL - Uma curiosidade que os fãs de música brasileira “disseminam” nas feiras é a brasilidade. O que é a tradicional MPB. Brasilidade aborda até o que não seria o conceito de MPB chegando até mesmo ao samba rock e ao próprio rock´n´roll. Por outro lado, alguns discos antigos de MPB acabam ganhando status de psicodélico. E com isso aqueles discos que nem valem tanto são supervalorizados.
TANTO FAZ - Como aumentam as feiras de discos, sempre tem vendedor novato que vai na onda e não conhece os discos que vende. Com isso ele não confere se o disco que comprou para vender corresponde com a capa, não higieniza os discos antes de vender, coloca em suas caixas discos riscados, entre outras situações desrespeitando os compradores.
VIZINHO - Também é comum o vendedor novato não conhecer nada de música e colecionismo. Com isso, passa a feira toda perguntando: “Ô vizinho, você sabe qual disco dessa banda é melhor?!?”
PESQUISADOR - Ainda entre os vendedores de primeira viagem é comum eles colocarem os preços pesquisando no Mercado Livre. Ou seja, não conhecem se o disco é encalhe ou raro e deixam que um site absolutamente sem parâmetros reais determine o preço.
ESPECIAL - Um tipo bem comum nas feiras é o colecionador que faz tipo procurando discos raríssimos que quase nunca tem nos expositores só para fazer uma media e se passar por “conhecedor”. Daí quando acha o tal disco, sempre vem com uma desculpa de estar sem dinheiro ou que ele procura uma outra edição diferente porque não tem grana para comprar na verdade.
DETALHE - Um tipo que nem sempre ganha a simpatia dos vendedores é o colecionador que procura uma prensagem específica de um disco. Tipo a edição holandesa, de março de 1973, com rótulo amarelo e com a segunda música trocada pela terceira no lado B. Como se fizesse diferença na hora de curtir o som.
TROCA - É comum entre os novatos tentar fazer trocas mirabolantes. Tipo levar uma coletânea que vale R$ 10 e pedir para trocar por uma edição rara que vale R$ 150. Pode parecer ingenuidade, mas tem muita gente que pensa que vai conseguir esse tipo de troca e voltar pra casa achando levaria vantagem.
Se você se enquadrou num desses perfis, não fique chateado.  O colecionismo de vinis está cheio de histórias divertidas. Confira no “Alta fidelidade” e se veja em algumas dessas situações.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Feira intermediária reúne grande público em Curitiba


Foi realizada no dia 4 de fevereiro a primeira edição da feira de discos da Boca Maldita, em Curitiba. O evento aconteceu no hotel Slaviero Slim com a participação de 20 expositores do Paraná, Santa Catarina e São Paulo. O Projeto Zombilly representou O Clube do Vinil de Maringá.
A nova feira cumpriu seu papel de ser uma intermediária na cidade, não tendo tantos expositores, mas com um acervo muito interessante, já que reuniu expositores que não participam de outras feiras curitibanas. Também houve discotecagem e lançamento de livro. O que atraiu um grande público durante todo o dia. A sala do hotel ficou lotada e tantos os expositores quanto visitantes saíram satisfeitos.
A organização foi da Sonic Discos e da Joaquim Livros & Discos que mesmo com o bom resultado, planeja fazer apenas duas edições ao ano. A próxima feira de discos em Curitiba será a do Vinil Vivo, edição Record Store Day, no dia 22 de abril, no Nova Garagem, na rua México, 808.


Fotos: Andye Iore / Zombilly

Britânico Ed Sheeran é campeão de venda de discos


O terceiro disco do astro do pop rock inglês Ed Sheeran é o mais vendido nas lojas de discos da Inglaterra em 2017 até agora. O álbum “Divide” (imagem) já vendeu mais de 21 mil cópias desde que foi lançado na metade do mês passado, segundo o site Official Charts.
O ranking é alternado com lançamentos – como os novos de Rag 'n' Bone Man  e The xx - e reedições de clássico como “Abbey Road”, dos The Beatles, e “The Dark Side of the Moon”, do Pink Floyd, que ganhou uma edição especial na Inglaterra em novembro do ano passado. Confira os dez discos mais vendidos na Inglaterra em 2017:

1 - Divide - Ed Sheeran
2 - Back to Black - Amy Winehouse
3 - Legacy - David Bowie
4 - Human - Rag 'n' Bone Man
5 - Abbey Road - The Beatles
6 - Rumours - Fleetwood Mac
7 - I See You - The xx
8 - Guardians of the Galaxy: Awesome Mix OST
9 - The Dark Side of the Moon - Pink Floyd
10 - Pulp Fiction - Original Soundtrack
Com informações traduzidas do Official Charts.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Clube do Vinil apresenta surf music no Mercadão


Além do acervo diferenciado com discos que não tem em outras feiras o Clube do Vinil de Maringá (CVM) terá mais uma atração no próximo domingo (9) no Mercadão Municipal de Maringá: show com a banda Wood Surfers (surf music, de Londrina).  A entrada é gratuita.
A apresentação será no começo da tarde logo após acabar o show da praça de eventos do Mercadão. O Wood Surfers tocará no espaço da feira de discos, no final do corredor central do Mercadão.
O show é uma parceria entre o Clube do Vinil de Maringá, festival Paraíso do Rock, escola de música Fabio Alencar, restaurante Alamanda Bistrô e da cervejaria Holy Hops Tap Station. A feira do CVM tem apoio do jornal Metro Maringá e do site do Ângelo Rigon.
A XXI Feira do Clube do Vinil de Maringá acontecerá entre 9h e 15h com discos de vinil, CDs, DVDs, acessórios, artesanato, entre outros. Os expositores aceitam pagamento com cartão. O acervo do CVM mais uma vez é  o destaque do evento com discos novos gringos e independentes nacionais, com títulos que não tem nem em feiras de discos m Curitiba. Entre as novidades que os expositores tem estão:
- Jesus & Mary Chain – Damage and Joy - lançado em 24 de março
- Depeche Mode – Spirit – 17 de março de 2017
- Batmobile - Brand new blisters - 3 de março de 2017

- Sepultura - The Roadrunner Albums – 27 de janeiro de 2017
- Flaming Lips - Oczy Mlody – 13 de janeiro de 2017
- Autoramas – Jet to the jungle – 20 de janeiro de 2017
- Pantano Bay – dezembro de 2016
- David Bowie – Legacy – novembro de 2016
- Green Day – Revolution Radio – outubro de 2016
- Leonard Cohen – You want it darker – outubro de 2016
- Black Sabbath - The Ultimate Collection – outubro de 2016
- Replicantes – demo 1985 – outubro de 2016


INSTRUMENTAL - A banda Wood Surfers foi formada em 2013 em Londrina reunindo músicos experientes da cena roqueira da cidade. O som da banda tem influência de bandas clássicas da surf music fazendo shows animados com um repertório de músicas próprias e tocando alguns clássicos da surf music que são logo reconhecidos pelo público, como músicas de Dick dale e Link Wray, famosas em trilhas de cinema. Confira página da banda no Facebook


terça-feira, 4 de abril de 2017

Colecionador doa 21 mil discos para caridade


Um centro beneficente em Madison, Wisconsin, nos Estados Unidos, começou a vender na semana passada uma coleção de 21 mil discos de vinil. A numerosa coleção foi doada pelo colecionador americano Jerry Roh, 72 anos.
Ele colecionava desde a década de 1970 e teve a ideia de doar sua coleção para ajudar a entidade depois que sua esposa foi ajudada por uma instituição de caridade. Ela morreu de câncer há sete anos.
Os discos estavam guardados num galpão fechado e Roh não comprava mais títulos. O centro vende os discos entre US$ 1 e US$ 60 e há muitas raridades de rock, surf music, country, blues e folclórico.
Com fotos e informações traduzidas do Wisconsin State Journal

terça-feira, 28 de março de 2017

Bazar Cervejeiro apresenta Maníaticos do Reverb


A Cervejaria Araucária apresenta a quarta edição do Bazar Cervejeiro. O evento será no próximo sábado (1º de abril) entre 11h e 18h, na avenida Américo Belai, 2329, em Maringá, com entrada gratuita. As atrações dessa edição - além das cervejas e chopps gelados da premiada cervejaria maringaense - são o Clube do Vinil de Maringá, a banda Maníaticos do Reverb (surf music, de Londrina) e hambúrguer artesanal com Alvim´s Burguer.
A terceira edição aconteceu no dia 28 de janeiro, com a banda Wood Surfers, e levou um grande público até a cervejaria, que conseguiu até acabar com alguns dos chopps disponíveis e também consumiu todos os hamburguers.
Confira fotos da terceira edição:



Fotos: Andye Iore

Crise dos Correios afeta mercado fonográfico

A crise dos Correios preocupa os colecionadores de discos de vinil no Brasil. Isso porque a companhia é a principal opção no país para enviar discos. Isso acontece desde o simples comprador que adquire discos pela internet porque na sua cidade não tem opções até as gravadoras e selos que vendem seu catalogo pela internet e enviam os discos  para os compradores pelos Correios.
O telejornal Bom Dia Brasil , da Rede Globo, apresentou hoje (28) uma reportagem sobre a situação atual dos Correios que fecha agências, despede funcionários e atrasa as entregas de cartas e encomendas por todo o Brasil. O que acaba encarecendo os serviços.
Assista aqui a reportagem na íntegra.
Texto : Andye Iore / Imagem ilustrativa.

quinta-feira, 23 de março de 2017

Record Store Day terá 563 discos esse ano


Já circula na internet a lista com os 563 discos que farão parte do Record Store Day 2017, que será no dia 22 de abril. Essa será a décima edição do evento em celebração às lojas de discos. E como sempre os selos e gravadoras capricharam nas edições especiais em vinil que estarão nas lojas. O que causa uma correria dos colecionadores já que a maioria dos títulos é em quantidade limitada.
MARINGÁ - Esse ano o Clube do Vinil de Maringá (CVM) preparou uma agenda especial para celebrar o Record Store Day, como nos dois últimos anos, apesar do Brasil não ter nenhuma loja participando oficialmente da programação.
Temos quatro eventos agendados. E, claro, sempre com o acervo diferenciado com discos novos, importados, de gravadoras independentes e raridades em usados. Ano passado fizemos na edição do Record Store Day promoção com discos a partir de R$ 5. A programação terá ainda shows e exposições artísticas e fotográficas.
AGENDA
- 1° de abril, sábado - IV Bazar Cervejeiro - no Tasting Room da cervejaria Araucária, em Maringá
- 9 de abril, domingo - 21a Feira do Clube do Vinil de Maringá, no Mercadão Municipal de Maringá
- 16 de abril, domingo - II Feira de Discos Mi Casa, em Londrina
- 22 de abril, sábado - Feira Vinil Vivo, no Nova Garagem,  em Curitiba

O CVM listou alguns discos do Record Store Day de destaque esse ano:

-999 - Live & Loud - vinil colorido
-Alien Sex Fiend - Overdose - vinil colorido
-Batmobile - BatmoManiacs - compacto, vinil colorido
-The Cure - Acoustic Hits - duplo inédito em vinil
-David Bowie - Cracked Actor - triplo
-DISCHARGE - Why? - picture
-Doyle (The Misfits) Abominator - picture
-The Fall - Live in Clitheroe 2013 - vinil laranjado
-The Flaming Lips - Onboard the International Space. .. - vinil vermelho
-GBH- Leather, Bristles, Studs And Acne  - picture
-Iggy Pop - Post Pop Depression: Live - triplo
-Johnny Cash          - Childrens Album - primeira vez em vinil
-Link Wray - Be What You Want To - inédito em vinil
-Lou Reed - Perfect Night: Live In London - duplo
-Motörhead - Motörhead - vinil transparente, triplo
-Neil Young - Decade - triplo
-Ramones - Singles Box - dez compactos
-Sex Pistols - God Save Sex Pistols      
-The Smiths - The Boy With The Thorn In His - compacto
-Spacemen 3 - For All The Fucked Up Children
-Spacemen 3 - Recurring
-Spacemen 3 - Playing With Fire
-T. Rex - Electric Warrior

Texto: Andye Iore

segunda-feira, 20 de março de 2017

Colecionador doa 3,5 mil discos para radio


Os  colecionadores de discos de vinil curtiram uma história que aconteceu esse ano em Whitehorse, Yukon, no Canadá. Um colecionador doou aproximadamente 3,5 mil discos para a radio CJUC. Parte dos discos foram colocados à venda para arrecadar verba para a estação.
Rob Hopkins guardava os discos num armazém fechado por quase 30 anos depois que ele fechou a loja que tinha na cidade, a Frontier Electronics. Os discos foram guardados em plástico, caixas de papelão e num ambiente sem umidade.
Ele decidiu doar para ajudar a rádio que ajudou a criar há uns dez anos e que é uma estação sem fins lucrativos, com trabalho voluntário da comunidade. Na coleção há discos de rock e pop, com muitas raridades.

Com informações traduzidas e fotos da CBC News

sexta-feira, 17 de março de 2017

Mercado fonográfico tem espaço para crescer em 2017


O ano de 2017 seguirá o crescimento da produção e vendas de discos de vinil conforme foram anunciadas durante todo o ano de 2016 na imprensa. O que chegou a ser 5% das vendas dos discos físicos no mercado fonográfico mundial, tem tudo para quase dobrar. Mesmo porque 5% é muito pouco do que se consome de música no mundo.

No decorrer do ano de 2016 foram colocadas em atividade novas prensas que ajudaram no aumento da produção de mais discos em diferentes países. Porém, isso não é uma situação muito frequente já que não há tantas prensas inativas mais por aí. E o trabalho de pesquisa e desenvolvimento de nova tecnologia na produção de discos de vinil ainda é uma aposta e incógnita. Leia mais aqui.
GANÂNCIA - O Brasil, infelizmente, não segue o otimismo do mercado internacional. Temos apenas duas fábricas e algumas iniciativas independentes em cortes de vinil (aquelas máquinas que fazem um único disco por vez, num lento processo tendo que tocar o disco enquanto se grava).
Apenas duas fábricas operam no Brasil e somadas suas produções anuais não chegam a 400 mil cópias. O que é uma merreca em relação à demanda do mercado. O resultado são preços caríssimos, com um disco nacional sendo mais caro que um disco importado. E grande fila de espera, com um pedido levando até mais que quatro meses para ficar pronto. Há fábricas no exterior que entregam em menos tempo e são mais baratas. A questão esbarra em dois pontos: os tradicionais impostos brasileiros altos e a ganância dos empresários, já que as poucas opções levam a custos/preços caros.
MARINGÁ – A região de Maringá está bem servida de opções para quem quer comprar discos de vinil. Desde os tradicionais sebos (com preços absurdamente incoerentes, com discos raros baratos e fuleiros caros) até as crescentes feiras de discos com colecionadores. Maringá tem duas feiras de discos com perfis bem diferentes. O Clube do Vinil de Maringá (CVM) é a mais tradicional (foto) e tem destaque regional realizando eventos até em cidades da região e com alguns de seus expositores também participando de eventos em outros estados.
O acervo do CVM foge do tradicional de discos usados de MPB e rock tradicional – como Tim Maia e Pink Floyd respectivamente – que tem em todas as feiras e são achados em qualquer lugar. O CVM tem discos novos de gravadoras brasileiras, discos independentes comprados diretamente com as bandas e selos, discos importados, muitas raridades, todos devidamente organizados nas caixas. E também os tradicionais discos usados, que são higienizados antes de entrarem em venda. E também tem vitrolas e acessórios. Tudo sempre com preços acessíveis.
É comum que um disco lançado no mercado fonográfico brasileiro seja encontrado entre os expositores do CVM na mesma semana do lançamento. O acervo diferenciado é notado e valorizado por frequentadores de ambas feiras maringaenses.
Um fator importante no CVM é que os expositores “conhecem” música, sabem o que estão apresentando. Você não ouvirá numa feira “Ô vizinho, você sabe como é esse disco?...” ou “ô vizinho, você sabe qual disco dessa banda é melhor?...”. A informação é uma ferramenta importante em nossos eventos e isso ajuda nas negociações e contatos.
Em apenas dois meses de 2017 já fizemos feira e bazar cultural em Maringá e participamos de uma grande feira de discos em Curitiba. E já temos eventos agendados em março e abril. O calendário do CVM é atualizado com frequência e está disponível no nosso blog .

quarta-feira, 15 de março de 2017

Barbearia vira espaço cultural em Londrina


O próximo sábado (18) em Londrina terá uma boa opção cultural. A Mi Casa receberá a primeira edição da feira de discos de vinil - com participação do Clube do Vinil de Maringá -  com um bazar cultural, chopp e hamburguer artesanal e discotecagem de Gustavo Veiga. O evento será entre 12h e 20h com entrada gratuita.

O espaço que fica na rua Paraíba, 191, é uma barbearia e um estúdio de tatuagem. E se transforma num ponto cultural dos londrinenses, inclusive com shows de bandas. Essa semana teve até gravação de um video do músico local Mau Werner.

Para o evento de sábado a Mi Casa terá chopp bem gelado, sendo Pilsen Brasser e um Pale Ale da Birra Morcelli. O acervo de discos tem destaque para rock, entre o independente brasileiro e até importados. E também de outros gêneros variados, com discos usados, a preços camaradas. Os expositores aceitam pagamento com cartão.
- Confira a página do Mi Casa no Facebook . 

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Londrina ganha ponto fixo de vinil


Já está atendendo o novo ponto cultural e estilo de Londrina (PR). A Mi Casa reúne barbearia, estúdio de tatuagem e discos de vinil. E ocasionalmente com apresentação de artistas.
O acervo de discos de vinil é do Malucas Discos, expositor do Clube do Vinil de Maringá, o que garante títulos bem bacanas e atualizações frequentes.
A Mi Casa fica na rua Paraíba, 191, e atende entre 10h e 19h.

Fotos: Billy Monster

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Dub tem origem acidental num vinil



O dub tem origem curiosa num disco de vinil. O gênero derivado do reggae surgiu no final da década de 1960, em Kingston, na Jamaica, quando o produtor de festas Rudolph Redwood fez um dubplate (uma copia demo em vinil) de uma música do The Paragons.
O engenheiro de som acidentalmente cortou os vocais no estúdio, ressaltando o baixo e bateria com eco e reverb, e o disco foi prensado só com o instrumental. Redwood levou a copia para a festa e o DJ começou a improvisar e interagir com o público enquanto o som instrumental rolava nas caixas de som.
A brincadeira agradou o público e outros DJs presentes começaram a fazer o mesmo em suas festas. Um dos destaques na época foi King Tubby. E depois o produtor e músico Lee Perry (foto) ganhou fama internacional. E acabou ficando amigo do The Clash que incorporou o dub na sonoridade da banda no final da década de 1970 na Inglaterra. Lee Perry toca e produz até hoje, prestes a completar 81 anos em março.
Enquanto o dub fez sucesso em outros países e gerou subgêneros como dancehall e drum´n´bass.
Texto: Andye Iore com informações do livro do livro "Vinil, a arte de fazer discos", de Mike Evans

Blondie lança disco novo em maio


A banda Blondie está de volta! Será lançado no dia 5 de maio "Pollinator ", o 11° disco de estúdio que terá 11 músicas. O primeiro single "Fun" já está disponível online. O album tem participação do guitarrista Johnny Marr (ex-The Smiths) e será lançado em CD e edições especiais limitadas em vinil branco ou vermelho.
O Blondie foi formado em 1974 e segue na ativa tocando. A vocalista Debbie Harry tem 71 anos e faz a alegria dos fãs com seu charme e um setlist repleto de músicas bacanas. Que poderão ser escutadas e vistas ao vivo, já que a banda anunciará em breve uma tour para esse ano.
Vários discos do Blondie e solos da Debbie Harry foram lançados em vinil no Brasil nas décadas de 1980 e 1990 e são encontrados facilmente nas feiras de discos.


Confira o tracklist do disco "Pollinator":
- Doom or Destiny
- Long Time
- Already Naked
- Fun
- My Monster
- Best Day Ever
- Gravity
- When I Gave Up On You
- Love Level
- Too Much
- Fragments

Texto: Andye Iore com informações traduzidas do site da banda.